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DOCUMENTÁRIO SOBRE AUDIO

terça-feira, 28 de julho de 2009

Como funciona um home the


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Conheça como surgiu esse conceito e por que ele se tornou um sonho de consumo de tanta gente.

Se você ainda não tem em sua casa um home theater, certamente, ao menos já ouvir falar sobre ele. Com o desenvolvimento tecnológico o custo que antigamente era proibitivo vem caindo e hoje, assim como TVs de plasma e LCD, ele já é uma realidade na vida de muita gente. Mas você sabe como funciona ou quais as qualidades que o habilitam a ser hoje um dos produtos mais desejados do mercado?

Para saber um pouco mais sobre ele é preciso voltar algumas décadas no tempo e entender como a relação entre a televisão e o cinema influenciaram o seu desenvolvimento. Grande parte das inovações tecnológicas, em termos de som e imagem, surgiram da acirrada concorrência do cinema com outros meios de comunicação.


O princípio de tudo

Lançada pouco antes da Segunda Guerra Mundial, a TV foi a primeira experiência a levar para a casa do espectador sons e imagens que até então só podiam ser vistas na tela do cinema. Na década de 50, com a chegada das TVs coloridas e a consequente exibição de uma variada programação específica, além de filmes, fez com que o público no cinema começasse a despencar. Nascia ali a ideia do entretenimento no conforto do lar.

Cinema em casa é a inspiração maior do home theater.


No entanto, depois de duas décadas recebendo programas e filmes de forma passiva, um aparelho revolucionou a forma de escolher a programação: o videocassete. Com ele o espectador passou a ser um elemento ativo na definição do que ver, quando, onde e como desejass
e.

Começa a personalização

Embora a comodidade e o conforto fossem fortes pontos a favor da nova metodologia, não havia como comparar a qualidade de exibição caseira com a qualidade que o espectador poderia encontrar nas salas de cinema. Era hora dos televisores se adaptarem e ganharem alguns acessórios. E um dos primeiros foi o amplificador de som, também chamado de receivers (receptores).

Seu desenvolvimento foi tímido na década de 80. Mesmo com a popularização dos videocassetes, ainda era muita parafernália para ser instalada, a um alto custo, e com uma qualidade de som e imagem questionáveis. Foi preciso que a tecnologia digital entrasse em cena para que o salto fosse maior.

A era digital

Os anos 90 marcaram o desenvolvimento da era digital. Nesse período, diversas novidades tecnológicas foram testadas. CD, DVD, Laserdisc, VCD e MiniDisc são apenas alguns exemplos. Mas a qualidade sonora do CD, a qualidade de imagem do DVD e a melhor relação custo benefício de ambos fez com que os dois produtos se tornassem “a bola da vez” dos eletroeletrônicos.

Com um som compatível com a mesma fonte emissora das salas melhor equipadas e uma imagem de qualidade destacada, era possível pensar em exibi-las em telas grandes, com um som de qualidade no conforto de uma residência. Estava plantado o conceito do home theater (ou home cinema).

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